Segundo o presidente desta Liga, Dr. Eduardo Barragán, “as diferenças sociais, culturais e éticas nas distintas regiões têm marcado processos diagnósticos e terapêuticos também diferentes, em várias partes do mundo. É por isso que consideramos que é chegado o momento de unir esforços e experiências para descrever as dimensões epidemiológicas, diagnósticas e de tratamento em um marco latino-americano, firmando as bases para um trabalho científico conjunto. Este esforço não seria possível sem ajuda de todos aqueles que acreditam no projeto e que confiam que a América Latina pode se transformar na vanguarda mundial para colaboração e esforço dos participantes em neurociências.”